(Verso 1)
No vazio da noite, ouço o eco do meu ser,
As memórias me cercam, não consigo esquecer.
Um sorriso perdido, um abraço que não vem,
O tempo leva tudo, e eu fico sem ninguém.
A chuva na janela me parece entender,
Cada gota que cai é uma dor que quer descer.
O mundo segue em frente, mas eu fico pra trás,
Carregando em meu peito o peso que não se desfaz.
(Refrão)
Lágrimas no silêncio, ninguém pra enxugar,
Um grito preso na alma, que não quer calar.
Coração em pedaços, tentando se juntar,
Mas a dor é tão grande, que não sabe amar.
(Verso 2)
Os dias são longos, mas as noites são cruéis,
O escuro me abraça como um véu de papel.
Procuro uma luz, mas só encontro escuridão,
O frio invade tudo, até minha razão.
Os relógios me lembram que o tempo vai passar,
Mas a dor é eterna, não quer me deixar.
Perdi o rumo ,perdi a pureza , perdi quem eu sou,
E na ausência de tudo, só ficou a tristeza.
(Refrão )
Lágrimas no silêncio, ninguém pra enxugar,
Um grito preso na alma, que não quer calar.
Coração em pedaços, tentando se juntar,
Mas a dor é tão grande, que não sabe amar.
(Ponte)
Se a vida é uma estrada, a minha se perdeu,
Caminho entre sombras, sem saber quem sou eu.
O amor que eu tinha virou pó pelo chão,
E o que resta agora é só desilusão.
(Refrão Final)
Lágrimas no silêncio, ninguém pra enxugar,
Um grito preso na alma, que não quer calar.
Coração em pedaços, tentando se juntar,
Mas a dor é tão grande, que não sabe amar.
(Outro)
E quando o silêncio vem para reiniciar,
Espero que as noite longas a de terminar .
Pois na dor mais profunda, encontro meu lugar,
Onde lágrimas no silêncio me ensinam a aceitar.