Quem diria, meu amigo, minha gente ,quem poderia imaginar,
O peão da roça agora tá no lugar de mandar.
Com suor e esperança plantei minha semente ,
E hoje a história foi evidente, virei barão!!!!.
(Verso 1)
Comecei lá na lida, com a enxada na mão,
Sonhando com um futuro que cabia no coração.
Arando a terra dura, enfrentando o sol e o chão,
Cada gota de esforço foi virando muda de conhecimento , no sertão.
A chuva veio mansa, fez brotar o meu querer,
Com cada colheita aprendi o que é viver.
Hoje na varanda, olhando o meu sertão,
Eu brindo a vida simples, porque virei barão.
(Refrão)
Virei barão, mas não perdi minha raiz,
Continuo pé no chão, porque é assim que sou feliz.
De chapéu e botina, no campo ou no salão,
Sou o mesmo de antes, mas com grana no cartão.
(Verso 2)
Comprei o meu primeiro gado, depois veio a plantação,
E no meio dessa história cresceu a produção.
Agora na cidade, me chame de patrão,
Mas o coração ainda bate forte pelo meu sertão.
Fiz a festa no galpão, sanfona não pode faltar,
Chamei os meus amigos, porque a gente vai dançar.
O luxo pode ser bom, mas o simples é paixão,
E cada vez que eu volto, o campo é minha nação.
(Refrão)
Virei barão, mas não perdi minha raiz,
Continuo pé no chão, porque é assim que sou feliz.
De chapéu e botina, no campo ou no salão,
Sou o mesmo de antes, mas com grana no cartão.
(Ponte)
Não é o dinheiro que muda quem a gente é,
É o valor que carregamos no que a vida nos dá e quer.
Se hoje sou barão, é porque nunca esqueci,
Que o que me trouxe até aqui foi acreditar em mim.
(Refrão Final )
Virei barão, mas não perdi minha raiz,
Continuo pé no chão, porque é assim que sou feliz.
De chapéu e botina, no campo ou no salão,
Sou o mesmo de antes, mas com grana no cartão.
(Outro)
E se alguém perguntar de onde eu vim,
Vou contar com orgulho do começo até o fim.
Porque virei barão, mas meu chão é daqui,
Sou o rei do meu destino, e é isso que me faz feliz!!!!!