πNEO
(ZéVitor)
Nada tem sido bom
Ou feliz demais
O normal virou não ter paz
Tudo é furacão
Nada tem sido bom
Ou feliz demais
O normal virou não ter paz
Tudo é furacão
(ABOIO – Téo Azevedo)
Não tem pra onde ir
Então tudo é desilusão
Se posso falar o que devo
Se devo sentir o que são
Mas não devo dizer o que quero
Muito menos o que eu penso
Praquilo que eu desavenço
Sou chuva sou furacão
sou chuva, sou furacão
Mas mereço ter chão pra cair
Porque quando a seca vier
E a sede no mundo existir
Quem é que vai nos salvar
Quando a poesia morrer
a dança será pelo o que?
Quando na terra nada florir
O normal tomará nossa paz
E se pagará pra existir
O normal tomará nossa paz
E se pagará pra existir
Ó vida mansa que me espera
La pra riba, lá na serra,
no alpestre… péra lá
Eu tô chegando,
mas eu pareço tão longe
Quando vais meu horizonte
com o sol presentear?
Você que não quer ir
Não me impeça de chegar
Você que não quer ir
Não me impeça de chegar
(ABOIO – Téo Azevedo)
Nada tem sido bom
Ou feliz demais
O normal virou não ter paz
Tudo é furacão
Nada tem sido bom
Ou feliz demais
O normal virou não ter paz
Tudo é furacão
Não tem pressa de chegar
Tudo é furacão
Não tem pressa de chegar
Tudo é furacão
Não tem pressa de chegar
Tudo é furacão
Não tem pressa de chegar
Ou feliz demais
Tudo é furacão