eu não sei dizer se é azar ou sorte por não sentir o lado do esquerdo rasgar diante dos lábios cortantes só sei que nenhuma costura com desculpa se refaz o ferido nunca é o mesmo e quem feriu não se tem a paz quanto mais, mais e mais vivendo só pra se doar não espere gratidão dos homens de lata a decepção pode retalhar em cada toque, detalhe, desejo é onde eu me perco mas meus pedaços não se enferrujam com o tempo onde a gota do choro não pode pingar onde emoções não se podem dançar onde a chuva não vem a molhar onde as dores são sopro no olhar onde a espera não se pode pausar são com migalhas, que homens de lata vem a te recompensar onde as dores são sopro no olhar onde a espera não se pode pausar são com migalhas, que homens de lata vem a te recompensar quanto mais, mais e mais vivendo só pra se doar não espere gratidão dos homens de lata a decepção pode retalhar em cada toque, detalhe, desejo é onde eu me perco mas meus pedaços não se enferrujam com o tempo onde a gota do choro não pode pingar onde emoções não se podem dançar onde a chuva não vem a molhar onde as dores são sopro no olhar onde a espera não se pode pausar são com migalhas, que homens de lata vem a te recompensar onde as dores são sopro no olhar onde a espera não se pode pausar são com migalhas, que homens de lata vem a te recompensar Eu não sei se é sorte ou azar, Mas neste mundo eu escolho sangrar Do que com o tempo enferrujar